Após muitas polêmicas colocamos esse tema em ação, mostrando que a diferença entre a Europa e a América do Sul não está somente na qualidade dos jogadores, mas também, na qualidade dos árbitros
Pretendo não citar muito sobre o passado, mas apontar falhas recentes como o pênalti de Igor Rabello em cima de Jô no ultimo lance de Botafogo e Corinthians que veio a acabar 2 a 1 para o time carioca.
Foi uma falta clara de Rabello, onde ele dá um carrinho e atinge primeiro o jogador e depois a bola, além de puxar o ombro do atacante. Para o árbitro não havia tanta visão, culpa de muitos jogadores a sua frente.
Para o Bandeirinha, serve o mesmo.
Sobra ele, o árbitro lateral.
Como podemos ver, ele tinha visão total do lance, ele estava colado, mas não quis marcar o pênalti, por quê? Isso ninguém sabe, mas estava na cara dele o tempo todo.
Um outro caso, só que na rodada anterior ainda, aconteceu no jogo São Paulo e Fluminense (antes que me cornetem, não vou criticar esse árbitro). Júnior Tavares estica o braço em direção a bola e a toca. O árbitro não viu, mas o assistente lateral sim, o que fez o jogador Rodrigo Caio dizer as seguintes palavras "só contra a gente ele decide trabalhar".
Ninguém confia/acredita no árbitro lateral mais e quando ele trabalha, e faz o correto, chegam a pensar que é perseguição contra o clube.
Mas agora quero dar outro exemplo, porém fora do Brasil, na Europa. No jogo entre Barcelona e Olimpiakos, o zagueiro do clube espanhol, Pique, que estava amarelado, esticou o braço e após o cruzamento fez o "gol de mão". O árbitro ia aceitar o gol por não ter visto, mas o assistente lateral avisou que foi ilegal porque o jogador usou o braço para tentar enganar o árbitro e então o zagueiro levou o segundo amarelo, sendo assim, expulso da partida.
Se fosse no Brasil esse lance seria marcado? O árbitro teria coragem para punir um jogador de time grande dessa forma?
Ainda há outros exemplos, se você lembra de mais algum, deixe nos comentários.




Nenhum comentário:
Postar um comentário